A modernização da jornada de trabalho deve equilibrar qualidade de vida e sustentabilidade econômica, preservando o emprego formal como ativo social estratégico. Experiências internacionais mostram que reduções de jornada são sustentáveis quando acompanhadas por ganhos de produtividade; sem esse equilíbrio, podem gerar aumento de custos, menos contratações formais e repasse de preços ao consumidor.
No Brasil, o avanço desse tema exige aumento da produtividade por meio de qualificação profissional, tecnologia e inovação. O arcabouço legal já permite ajustes por negociação coletiva, fortalecido pela Reforma Trabalhista, respeitando diferenças entre setores e portes empresariais.
A discussão deve se basear na preservação do emprego formal, no combate à informalidade, na valorização de soluções setoriais e em decisões fundamentadas por critérios técnicos e diálogo social. Mudanças estruturais requerem implementação responsável para evitar impactos negativos em custos, preços e no poder de compra da população.
Confira o documento abaixo: